XV Campeão Paulista Série A2 1983 - 1ª Fase

O Blog Histórias do XV lança hoje uma comemoração para relembrar os três últimos títulos do XV de Piracicaba na Série A2 do Campeonato Paulista.

Para dar início à volta do XV para a elite do futebol paulista no ano de 2012, lembraremos toda a campanha da conquista do título de 1983, começando pela 1ª fase do campeonato.

Método de Disputa da 1ª Fase

A primeira fase da Série A2 foi divida em 4 grupos de 13 equipes em cada. Os grupos denominados Branco, Preto, Amarelo e Vermelho. A disputa consistia em dois turnos, em que classificavam-se os oito primeiros de cada turno para um octogonal, que decidiria o campeão do turno, que enfrentaria o campeão do outro turno na busca pela vaga na 2ª fase.

Campanha do XV no 1º Turno da 1ª Fase:

XV 1x0 Velo Clube (Piracicaba)
XV 0x0 União Agrícola (Piracicaba)
XV 2x0 Lemense (Leme)
XV 5x0 Rio Claro (Piracicaba)
XV 2x0 Guaçuano (Piracicaba)
XV 0x0 Independente (Limeira)
XV 2x2 União São João (Araras)
XV 2x0 Rio Branco (Americana)
XV 2x1 Amparo (Amparo)
XV 2x1 Mogi Mirim (Piracicaba)
XV 0x0 Primavera (Indaiatuba)
XV 4x0 Pinhalense (Piracicaba)

Após 8 vitórias em 12 jogos, o XV de Piracicaba garantiu presença no octogonal que decidiria o campeão do primeiro turno.

Octogonal do 1° Turno

XV 1x0 Mogi Mirim (Moji Mirim)
XV 1x2 Rio Branco (Americana)
XV 3x1 Primavera (Piracicaba)
XV 2x0 Rio Branco (Piracicaba)
XV 2x0 Primavera (Indaiatuba)
XV 1x2 Mogi Mirim (Piracicaba)

Apesar da boa campanha na primeira fase, o XV de Piracicaba ficou de fora da decisão do turno. O turno foi decidido entre Mogi Mirim e União Barbarense, com a equipe da cidade de santa Bárbara D'Oeste conseguindo levar a melhor, ficando muito próximo da disputa do acesso.

Campanha do XV no 2º Turno da 1ª Fase:

XV 3x0 Lemense (Piracicaba)
XV 0x1 Velo Clube (Rio Claro)
XV 2x1 Amparo (Piracicaba)
XV 2x1 Mogi Mirim (Mogi Mirim)
XV 2x1 Rio Branco (Americana)
XV 3x1 União São João (Piracicaba)
XV 1x0 União Barbarense (S.Bárbara)
XV 3x0 Rio Claro (Piracicaba)
XV 0x0 Guaçuano (Moji Guaçú)
XV 1x1 Primavera (Piracicaba)
XV 3x1 Pinhalense (Pinhal)
XV 3x1 Independente (Piracicaba)

Conseguindo uma campanha melhor que no 1º turno, o XV de Piracicaba conseguiu 9 vitórias em 12 jogos, credenciando-se novamente para disputa do octogonal final do segundo turno.

Octogonal 2° Turno

XV 0x1 União Barbarense (S.Bárbara)
XV 3x1 Mogi Mirim (Piracicaba)
XV 0x0 União São João (Araras)
XV 1x0 União São João (Piracicaba)
XV 3x0 Mogi Mirim (Moji Mirim)
XV 2x1 União Barbarense (Piracicaba)

Após fazer sua parte no octogonal do segundo turno, o XV de Piracicaba enfrentou a equipe do Rio Branco na decisão do segundo turno.

XV de Piracicaba X Rio Branco

Jogo 1 -
Na primeira partida, com gols de Gilberto aos 45 do 1º tempo, Tim e Serginho no 2º tempo, o XV de Piracicaba derrotou o Rio Branco, na cidade de Americana, por 3 x 0, garantindo boa vantagem para o jogo de volta.



Imagens: "Jornal do Jogo", retratando a importância do jogo para o XV, que precisava somente do empate no Barão para garantir a classificação para a final do Grupo Branco.

Jogo 2 - No jogo de volta no Barão de Serra Negra, marcado pela impressionante chuva que atingiu a cidade de Piracicaba antes da partida, o Rio Branco é que saiu na frente com um gol de Zito cobrando falta. No segundo tempo, também de falta, Lima empatou a partida. No final do segundo tempo, Paulo Cardoso marcou para o XV, garantindo a presença do time piracicabano na final do Grupo Branco.

Com as vitórias o XV de Piracicaba sagrou-se campeão do segundo turno do Grupo Branco, credenciando-se para a disputa da final do Grupo contra o União Barbarense, campeão do 1º Turno, em uma disputa de 3 partidas. No entanto, sequer foi necessária a terceira partida para a classificação do alvinegro Piracicabano.

XV de Piracicaba X União Barbarense
Jogo 1-
No primeiro jogo, realizado na cidade de Santa Bárbara D'Oeste, o XV saiu na frente com gol de Gilberto, aos 27 minutos do 1º tempo. Após o empate do União Barbarense aos 22 do 2º tempo, o XV conseguiu marcar o gol da vitória com Pianelli.

Jogo 2 – Com a vitória na primeira partida, o XV de Piracicaba dependia de uma vitória para garantir presença no quadrangular final da Série A2 de 1983. Jogando diante de sua fanática torcida, a equipe do XV não decepcionou. Batendo falta na entrada da área, Pianelli colocou a equipe do XV em vantagem logo aos 13 minutos. Aos 28 do segundo tempo Gilberto garantiu a vaga no quadrangular final para o XV, fazendo a alegria da torcida Piracicabana que lotou o Barão da Serra Negra.

Após a excelente vitória sobre a equipe da cidade vizinha de Santa Bárbara, o XV de Piracicaba garantiu sua vaga no quadrangular final, para enfrentar as equipes do Nacional A.C (vencedor do Grupo Preto), E.C Noroeste (vencedor do Grupo Amarelo) e Bandeirante E.C (vencedor do Grupo Vermelho).


Ramon B. Ferreira - Blog Histórias do XV

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Personagem do mês - 06/2011 - Sidmar


Sidmar, até hoje, é um dos primeiros goleiros que vem a memória da torcida do XV de Piracicaba. Sempre que se questiona qual teria sido o melhor jogadores desta posição, são cogitados os nomes de jogadores como Getúlio e Sidmar.

Sidmar nasceu em 1962, começando sua carreira no futebol, na década de 70, na equipe do São Paulo. No ano de 1983, o jogador foi envolvido em uma troca com a equipe do Guarani de Campinas, por meio da qual o centroavante Careca foi levado para a equipe do Morumbi.

Em 1985, o goleiro foi contratado pela equipe do XV, onde viveu grandes momentos defendendo a meta da equipe alvinegra. Sidmar permaneceu no XV até o ano de 1988. Neste ano, Sidmar defendeu a equipe do Bahia, que se tornou campeã brasileira daquele ano. O contrato de Sidmar se encerrou antes da fase final do brasileiro de 88, quando o jogador se transferiu para a Portuguesa de São Paulo.

Sidmar ainda defendeu as cores da equipe do Grêmio no ano de 1990, quando a equipe foi eliminada pelo São Paulo, nas semifinais do campeonato brasileiro.

Mostrando o carinho que possui com a torcida do XV e com a cidade de Piracicaba, Sidmar retornou ao XV em 1992, se transferindo, posteriormente, para o futebol japonês, para a equipe do Shimizu.


Sidmar encerrou sua carreira no Japão, onde exerceu a função de treinador de goleiros, antes de retornar ao Brasil.


Ramon B. Ferreira - Histórias do XV

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Campanha de Sócios - Imagens Históricas I

Pra quem acredita que a busca por sócios dentro dos clubes de futebol é algo do futebol moderno está enganado. No XV de Piracicaba, a campanha que busca a adesão de novos sócios para o XV tem ganhado força desde 2009, especialmente nos últimos meses, devido a excepcional fase que vive o alvinegro. No entanto, a ideia de novos sócios para o XV não é recente!




A imagem acima, obtida com EXCLUSIVIDADE pelo Blog HISTÓRIAS DO XV, se refere à um adesivo distribuído para a população Piracicabana possivelmente ainda no final da década de 70 ou início da década de 80! A campanha de Sócios do Alvinegro buscava atingir o número de 10 mil sócios!

Essa é apenas mais uma demonstração da grandeza do XV, um clube que está retomando o lugar que é seu de direito no cenário esportivo do Brasil!

Ramon B. Ferreira - Blog Histórias do XV

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Ripolianas II - Rípoli levou o XV para a Suécia e cumprimentou o Rei em Sueco.


Como diria o Conselheiro Acácio, "há gosto para tudo". Ainda hoje, há piracicabanos esquivando-se de auxiliar a recuperação do "Nhô Quim", sem se dar conta do patrimônio cultural e histórico que o clube é da cidade. E atração turística. Quando se deixa escapar o precioso, como fazer planos que não sejam apenas secundários?

Há 40 anos - num 1967 confuso e agitado - deu a louca no Rípoli, outra louca. E - desafiando tudo e todos, acho que até a lei da gravidade - ele decidiu levar o glorioso XV excursionar pela Europa. Foi um escândalo nos meios esportivos. Pois, naqueles anos, apenas dois clubes do Brasil tinham mercado no exterior: o Santos de Pelé e o Flamengo. O "Nhô Quim", quem era? Ora, crianças: o maior clube do mundo, com os melhores craques do universo. Pelo menos, segundo Romeu Italo Rípoli.

Em 1967, no Brasil, assumia o ditador do plantão, Costa e Silva, que nos presentearia com o AI-5. Havia guerrilha na serra do Caparaó e, da Bolívia, vinha a notícia amarga: Che Guevara fora morto. Uma esquelética Twiggy desfilava com a minissaia criada por uma certa Mary Quant. No Vietnã, Lindon Johnson dava show de morticínio. Para variar, Israel e países árabes brigavam: o judeu Moshe Dayan, em apenas seis dias, acabou com o exército de Nasser. Portanto, o mundo continuaria insosso, não fosse Rípoli ter levado o XV jogar na Europa...

Sabe-se lá que manobras ele fez, os coelhos que tirou a cartola. O fato é que o "Nhô Quim" se apresentou em cinco repúblicas soviéticas, o Caetano Rípoli deveria escrever detalhes da viagem maluca. Em dois meses, os caipiras de Piracicaba jogaram em Moscou, Kiev, Odesa, Taskend, no Ubesquitão, na Suécia, Polônia, Alemanha, Dinamarca, nos cafundós dos judas de lá. Até numa cidadezinha perto do Pólo Ártico.

Bem... É verdade que era o XV, mas não era lá bem o XV que viajava por lá. Num lugar, o time jogava com o nome de "Piracicaba F.C", em outro, aparecia o nome de São Paulo e eu não me admiraria - mas isso ninguém confirmou - se Rípoli tivesse apresentado o XV como a Seleção Brasileira de Futebol sem Pelé. Mesmo porque Pelé era simples detalhe, pois, para Rípoli, o Dito Cueca era melhor.

Na Suécia, Rípoli chegou ao clímax de sua proverbial prepotência. Numa aposta com jornalistas brasileiros, prometeu que faria o discurso final em sueco. E, aqui entre nós: ele não distinguiria o sueco do japonês. Mas promessa é dívida. Vai daí, Rípoli agiu: contratou uma tradutora sueca e passou a noite escrevendo - palavra por palavra, do português para o sueco - o discurso de sua glória. Não dormiu, amanheceu aprendendo a pronúncia de cada palavra. No dia seguinte - pimpão e sem ruborizar - falou em sueco para os gringos suecos. Ou melhor: em "suecês"

"Gênio, gênio!" - diziam telegramas de correspondentes brasileiros na excursão. Eram tempos em que, para jornalistas esportivos, quem falasse "good morning" esbanjava cultura. Mas criou-se a lenda: Rípoli, em sueco, saudara o Rei da Suécia. E, de sueco, ele não sabia sequer da Ingrid Bergmann. Mas o XV estava na boca do mundo. Enciumado, João Guidotti resmungou: "Isso é bafo de onça..."

Não vou contar mas, na Suécia, o Caetano arrumou uma namorada. Tudo acertado, o velho Rípoli impediu o romance: "Você tem apenas 17 anos, não pode." Só que, por lá, a história "de menor" era outra. O Caeta entrou de gaiato.

FOTO: Rípoli e o time do XV na visita a União Soviética em 1964 - Acervo Pessoal João Luís Almeida

TEXTO: Cecílio Elias Netto para "A Província"

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Ripolianas I - Quando Rípoli quis contratar Rivelino!


"A paixão piracicabana pelo E.C.XV de Novembro ainda não foi de todo compreendida por nossas classes dirigentes. O Nhô Quim é uma de nossas griffes principais. E, quando o povo tem bandeiras comuns, tudo fica mais fácil, no fortalecimento de identidades. Romeu Ítalo Rípoli sabia disso. E sua paixão pelo XV beirava à irracionalidade. Pelo XV, o XV como fim, valiam todos os meios. Até o golpe do baú.

Rípoli era mestre em realizar o que hoje passou a se chamar de factóide. Se não havia notícia, ele inventava. Se nada de novo acontecia, ele criava. E seus blefes e invencionices eram tão absurdos que passavam por verdadeiros. Na década de 1970, o Corinthians perdeu um título tido como ganho num jogo contra o Palmeiras. Tudo estava acertado para o Corinthians voltar a ser campeão, algo que, então, parecia, aos governos militares, como questão de segurança nacional. Mas o Corinthians perdeu. E o bode expiatório foi o extraordinário craque Rivelino que, na verdade, tremeu naquele jogo. E a torcida o execrou, transformando, num momento, o ídolo em vilão.

Era incrível: a torcida corintiana não queria mais Rivelino no time. E, por quantia milionária, o Corinthias começou a negociá-lo com o Fluminense, do Rio de Janeiro. Era quase que uma ofensa ao futebol paulista, no qual Rivelino reinava de forma esplendorosa. E o que fez, então, Romeu Ítalo Rípoli? Convocou a imprensa paulista, jornais, rádios e emissoras de televisão, informando que tinha uma grande notícia para dar, decisão bombástica.

Ora, todos sabiam da difícil situação financeira do XV, mas controlada de maneira genial por Rípoli. Ele contava tostões. Jogadores tinham salários baixos, básicos. E ele dava "bichos" altíssimos por cada vitória. A estratégia fazia com que jogadores se matassem em campo para ganhar os "bichos". E dava certo. Mas a situação financeira era precária. Mesmo assim, Rípoli convou a imprensa, anunciando a "bomba", aquela que seria uma contratação de repercussão internacional. Enrolando o cigarrinho de palha, diante de microfones e câmeras de televião, Rípoli anunciou, com aura de herói:

- O que o Corinthians está fazendo é uma vergonha para o futebol paulista. Rivelino é patrimônio dos paulistas e não podemos admitir que ele se transfira para o Rio de Janeiro.

Paralisaram-se microfones, máquinas fotográficas, emudeceram-se jornalistas e radialistas. Rípoli lambeu a palha do cigarrinho, deu o nó final, acendeu, tirou umas baforadas, fulminou a imprensa nacional:

- Diante de tamanha agressão ao futebol paulista, eu resolvi: o XV irá fazer um grande sacrifício, mas não permitiremos que Rivelino vá para o Rio de Janeiro. Já comuniquei à diretoria do Corinthians que quero comprar o passe de Rivelino, que ficará em São Paulo e jogará com a camisa alvi-negra do Nhô Quim.

A mentira era tão grande, mas tão grande que ninguém duvidou. E, durante um mês, o XV e Rípoli ocuparam espaços e tempo enormes nos meios de comunicação brasileiros. O Fluminense, diretoria e torcida, quase enlouqueceram, o Corinthians aumentou o preço do passe de Rivelino e Rípoli, com cara de santo, alegava que a diretoria corintiana estava fazendo jogo sujo com o XV, leiloando Rivelino. Que, obviamente, foi para o Fluminense. E Rípoli nunca confirmou ter sido blefe e mentira a oferta por Rivelino. "Eu ia comprar, estava tudo certo. O Corinthians é que me traiu."

Para se ver que não se fazem mais Romeu Rípoli como antigamente."

Foto: Romeu Ítalo Rípoli - Acervo Pessoal - João Luís Almeida

Texto: Cecílio Elias Netto para "A Província"

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XV - 97 anos!

Dia 15 de novembro de 1913 nascia um o clube mais tradicional do interior do Estado de São Paulo. Denominado Esporte Clube XV de Novembro, se tornou ao longo dos anos um dos clubes mais amados do Brasil.
Conhecido pelo amor incondicional de sua torcida, que nunca abandonou o clube, apesar das dificuldades enfrentadas nos últimos anos, o XV busca retomar seu lugar na Primeira Divisão do Futebol Paulista!
PARABÉNS XV!

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Romeu Itálo Rípoli

O Blog Histórias do XV inicia sua nova série de postagens: As Ripolianas!

Para iniciar a nova série, veremos primeiramente a história de uma das pessoas mais conhecidas da longa história do XV de Piracicaba: Romeu Ítalo Rípoli.

Foto: Romeu Ítalo Rípoli

Rípoli nasceu em Piracicaba no dia 21 de novembro de 1916 e faleceu, aos 66 anos de idade, em 28 de outubro de 1983.

Rípoli, filho de imigrantes italianos, formou-se em 1940 na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Começou sua história no futebol atuando como ponta direita do time da ESALQ - USP, mas ficou muito conhecido como o maior presidente da história do XV!

FOTO: Equipe de Futebol da Esalq. Em destaque, Rípoli!

A história de Rípoli com o XV começou antes mesmo deste ser presidente do Alvinegro. Rípoli, nos anos 40, coordenou a construção da primeira arquibancada do estádio Alvinegro. Rípoli também coordenou, com muito sucesso, a construção do Ginásio Waldermar Blatkauskas, fazendo com que Piracicaba pudesse receber os Jogos do Interior de 1955.

Rípoli foi presidente do alvinegro entre 1959 - 1966 e 1973 - 1983, ficando, ao todo, 17 anos a frente do XV.

Em breve, contaremos diversas histórias contadas por Cecílio Elias Netto, denominadas "Ripolianas". Segundo afirmado por Cecílio Elias, Rípoli era uma fonte inesgotável de causos, e alguns deles estarão em nosso blog!

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