Personagem do mês - 05/2010 - Paulinho Ferreira

Foto: Paulinho no início da Carreira no Nhô-Quim

Faltando ainda 6 anos para a realização das Olimpíadas do Rio de Janeiro o blog traz um jogador olímpico Piracicabano nato, que começou sua carreira no Alvinegro Piracicabano!

Paulo Ferreira de Camargo Filho, o Paulinho nasceu em Piracicaba, em 14/01/1940, e começou sua carreira no infanto-mirim do XV em 1953. Paulinho era meia-direita e, em 1957 estreou no time de profissionais, atuando em apenas quatro jogos (Contra o São Paulo, Santos, Juventus e Nacional), momento em que despertou o interesse da equipe do Palmeiras, que contratou o jogador no ano de 1958 para atuar nas equipes de base.


Foto: Equipe do XV na década de 50 - De pé: Bagagé, Luís, Cardinali, Almir, Jorge Perina, Rodela, colega e o treinador. Agachados: João Leonel, Paulinho, Said, Godoy, Mimo e Pachequinho.

Em 1960 foi promovido para o time profissional do Palmeiras. Com apenas 20 anos foi convocado para jogar as Olimpíadas de Roma pela seleção Canarinha. Nesta Olimpíada o Brasil venceu duas partidas e perdeu uma, justamente contra os donos da casa, a poderosa Itália! O Brasil venceu a equipe da Grã-Bretanha por 4 x 3 e de Taiwan por 5 x 0. Na terceira partida o XV perdeu para a Itália que contava com o famoso Giovanni Trapattoni. O Brasil contava com Gérson, o canhotinha de ouro da Seleção Tri-Campeã MUNDIAL! Paulinho foi titular em todas as partidas.

Foto: Paulinho durante partida dos Jogos Olímpicos de Roma em 1960

Foto: Equipe Olímpica do Brasil em 1960 - Paulinho é o segundo agachado, ao lado de China e Gérson.

Paulinho ainda passou pela Prudentina, Ferroviária, Lara F.C.(Venezuela), onde foi campeão Venezuelano, disputando então sua primeira Copa Libertadores. Passou ainda pelo Deportivo Itália (Venezuela), onde faturou mais 2 títulos nacionais e disputou mais 2 libertadores. Paulinho ainda foi pretendido pelas equipes do River e Boca da Argentina, porém permaneceu na Venezuela até 1973, quando encerrou sua carreira como profissional.

Hoje Paulinho ainda mora em Piracicaba, onde tem filhos, netos e bisnetos.

Fonte de Pesquisa: Almanaque do Palmeiras - Celso Unzelte e Mário Sérgio Venditti.
Fotos: Por site Terceiro Tempo (Portal IG)

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Jogos para a História!

Para iniciar a nova série do blog, nada melhor do que o Alvinegro vencendo um dos maiores times do Brasil, e ainda mais por um placar inesquecível!


No dia 11 de novembro de 1979, o XV de Piracicaba enfrentou a equipe do Grêmio (RS) no Barão da Serra Negra, jogo válido pelo Campeonato Brasileiro de 1979, vencido pelo Internacional (RS). Este jogo que para muitos foi o melhor jogo do XV na história, terminou com grande vitória para o alvinegro.

A equipe do Grêmio contava com jogadores que marcaram época pelo clube: Tarciso e Éder Aleixo, além de Manga, que ficou conhecido por sua passagem pelo rival Internacional (RS).

Já o XV, contava com o grande goleiro Getúlio, que até hoje é considerado um dos melhores goleiros da história do alvinegro, e também com o meia-armador Ademir, que depois se transferiu para o São Paulo Futebol Clube, clube em que jogou por 133 vezes.

XV de Piracicaba
Getúlio, Ademir, China e Zé Luís (Pitanga); Almeida, Fio, Rogério, Vandinho e Alã; Oriel e Ronaldo (Fernando).
Técnico: Adésio de Almeida

Grêmio
Manga, Dirceu (Nardela), Ancheta, Vantuir e Vilson; Vitor Hugo, Baltazar, Jurandir (Gerson), Paulo César Lima; Tarciso e Éder Aleixo.
Técnico: Orlando Fantoni

Gols: Zé Luis, Oriel e Fernando (XV de Piracicaba)

Na Foto: Da esquerda para direita: Getúlio, Rogério, Fio, Oriel, Ronaldo, Alan, China, Ademir, Almeida, Zé Luis e Vandinho.


Foto: Por site Terceiro Tempo (Portal IG)

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A torcida era feliz e não sabia!

Em 1995, o Esporte Clube XV de Novembro teve seu último ano na elite do Futebol Paulista.

Após um ótimo início de campeonato, o time caiu de produção e acabou, na última rodada, após uma enorme combinação de resultados, deixando a primeira divisão do futebol paulista, não voltando até hoje!

O jogo em questão foi realizado no dia 12/02/1995, contra a equipe do Santos, que viria a ser vice campeão brasileiro no mesmo ano, perdendo a histórica final para o Botafogo-RJ. O Santos contava com grandes jogadores como Edinho (filho do rei Pelé), Gallo, Jamelli, Giovani e Macedo!

Já o alvinegro piracicabano contava com Anselmo, Biluca (Nascido em Piracicaba), Doriva (Convocado para a Seleção Brasileira no mesmo ano) e também com o técnico Rubens Minelli.

Esperamos dias melhores para o nosso alvinegro, recebendo quem sabe em nosso centenário equipes de maior qualidade, maior tradição, e disputando o campeonato da Divisão Principal do Campeonato Paulista.



Fotos: O Barão ficou lotado para receber o grande jogo entre dois dos maiores alvinegros do Brasil!

Créditos das fotos: Comunidade "XV de Piracicaba" no Orkut.

Escalações - XV de Piracicaba 0 x 0 Santos

XVde Piracicaba:Anselmo; Vagner, Biluca, Nem e Zinho; Doriva, Alex, Carlos Alberto (Alberto) e Julio Cesar; Celinho e Claudio Moura. Técnico: Rubens Minelli

Santos: Edinho; Silva, Mauricio Copertino, Narciso e Marcos Paulo (Ronaldo); Gallo, Carlinhos, Giovani e Marcelo Passos; Macedo (Camanducaia) e Jamelli. Técnico: Joãozinho

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Personagem do mês 12/09 - Cléber Gaúcho

Continuando as homenagens aos 14 anos da conquista do Brasileiro da Série C pelo Alvinegro, nosso personagem do mês era um dos destaques daquela equipe.

Cléber Nelson de Andrade Raphaelli, mais conhecido como Cléber Gaucho, nasceu na cidade de Camaquâ-RS, em 3 de Maio de 1974. Começou a carreira em 1993 no Brasil de Pelotas-RS, se transferindo para o XV em 1995.

No alvinegro Cléber Gaucho conquistou o título do Campeonato Brasileiro da Série C de 1995, título que é homenageado neste mês de Dezembro pelo Blog. Cléber marcou época no alvinegro por suas boas atuações na posição de volante, no período em que esteve no XV. O jogador permaneceu no alvinegro até 1997, quando se transferiu para a equipe da Matonense.
Cléber ainda passou por Paulista, Rio Branco, União Barbarense, Caxias, 15 de Campo Bom, Criciúma, Santo André, Goiás, Rio Claro e retornando ao Brasil de Pelotas, onde atuou durante o ano de 2009.

Cléber ainda foi um dos líderes da equipe do Brasil de Pelotas no ano de 2009, após o acidente sofrido pelo ônibus da equipe, quando três companheiros de clube vieram a falecer.

As principais conquistas do jogador começaram com o título da Série C com o XV, vencendo a Série B do Brasileiro em 2002 com o Criciúma, Campeonato Catarinense em 2005 também com o Criciúma e Campeonato Goiano em 2006 com o Goiás.

Ainda hoje existem torcedores que pedem a volta de Cléber Gaucho ao alvinegro, o próprio jogador já definiu o XV um dos times de sua preferência.

Foto: Time campeão da Série C de 1995. Cléber Gaucho é o 1º jogador na parte de baixo da equipe.


Foto: Cléber disputa bola com Leandro do São Paulo em sua passagem pelo Goiás.

Foto: Cléber exerceu durante o ano de 2009 a liderança da equipe do Brasil de Pelotas. Após a morte de 3 companheiros no acidente, a equipe teve o ano mais triste de sua história, porém Cléber se tornou capitão da equipe, tentando manter o bom futebol da equipe.

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14 anos se passaram - Campeão Brasileiro Série C

Hoje, dia 10/12/2009, a conquista da Série C pelo XV completa 14 anos. Em homenagem a esta data, o blog irá relembrar toda a campanha do alvinegro, no inesquecível ano de 1995.

Na primeira fase, os clubes foram divididos em 32 grupos de 3 clubes cada. O grupo do XV era composto do Paulista (SP), do Democrata de Sete Lagoas (MG), além do XV de Piracicaba. O Paulista surpreendeu a todos, mesmo depois de empatar com o XV na primeira rodada por 2 x 2 em seu território, vencendo 2 vezes o Democrata. Já o XV, após o empate com o Paulista fora de casa, venceu o Democrata no Barão, perdendo os 2 últimos jogos para ambas as equipes.
O Democrata acabou sendo eliminado com apenas 3 pontos, classificando o Paulista, com 10 pontos, e o XV, com 4 pontos.

A partir da segunda fase, o sistema era eliminatório, avançando o vencedor de cada confronto.

Na segunda fase o XV enfrentou a Inter de Limeira, vencendo o primeiro jogo no barão por 1 x 0, e segurando o empate em Limeira por 0 x 0.

Na terceira fase o XV enfrentou o Barra-RJ, vencendo fora de casa o primeiro jogo por 4 x 0, garantindo depois a classificação com uma vitória pela contagem mínima no Barão.

Na quarta fase o desafio foi um pouco mais difícil, com o XV enfrentando o Brasil de Pelotas-RS. A primeira partida no Rio Grande do Sul, o alvinegro segurou o empate por 1 x 1, garantido a classificação no Barão, vencendo por 2 x 0.

Na quinta fase o alvinegro foi até Santa Catarina enfrentar o Joinville, sofrendo a derrota por 1 x 0. Na segunda partida o XV devolveu o resultado no Barão, levando a decisão para as penalidades, vencidas pelo alvinegro pela contagem de 4 x 2.

As semifinais contaram com, além do nosso alvinegro, as equipes do Gama-DF, Atlético-GO e Volta Redonda-RJ.
O XV enfrentou a equipe do Distrito Federal, realizando a primeira partida no Barão. Aproveitando-se de ter ao seu lado o 12º jogador, a torcida, o alvinegro abriu a vantagem de 2 x 0. Na segunda partida, mesmo com a derrota por 1 x 0 no Bezerrão, o XV conquistou a passagem para a inédita final da Série C.

Do outro confronto, a equipe carioca eliminou a equipe de Goiás, recebendo o Direito de disputar a final contra o XV, com a vantagem de realizar a segunda partida em seus domínios.
O XV não se intimidou em nenhum momento na final, tendo as qualidades que todo campeão precisa, o alvinegro venceu o Volta Redonda pelo placar de 2 x 0 no Barão.
A segunda partida da final serviu apenas para consolidar a excelente campanha do XV, que venceu pela contagem mínima, com um gol do zagueiro Biluca, nascido em Piracicaba. Desta forma, a equipe do técnico Osvaldo Alvarez, conhecido como treinador do carrossel caipira do Mogi, sagrou-se Campeão Brasileiro da Série C, obtendo também o acesso para a disputa da Série B.

Dados da Final
Local:
Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda-RJ
Árbitro: Lincoln Borjaille Bicalho
Data: 10/12/1995
Público: 1.449 pagantes
Gol: Biluca 41’/1T (XV de Piracicaba)

Volta Redonda
Sandro; Vicente, Denimar, Fábio e Gilvan; Ari (Dão), Eduardo Carioca (Magrão), Ricardo e Valtinho; Eduardo Araújo e Marcelo (Todinho).
Técnico: Wilton Araújo

XV de Piracicaba
Mica; Ferreira, Biluca, Luiz Fernando e Cléber Lima; Tito, Serginho (Silvinho), Almir e Cléber Gaúcho (Tuta); Alemão (Leives) e Ivanildo. Técnico Osvaldo Alvarez (Vadão)

Em pé: Cleber Lima, Carlao, Marcos Lucas, Leives, Mica e Luis Fernando

Agachados: Cleber Gaúcho, Vagner, Ivanildo, Serginho e Almir.

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Personagem do mês 11/09 II - De Sordi

Foto: De Sordi, primeiro no ínicio de carreira em 1950, e depois em foto recente tirada em 2007.


Neste mês de Novembro, em homenagem ao aniversário de 96 do alvinegro, homenageamos mais um grande craque do XV: Nilton De Sordi.

Do XV ao São Paulo
Nascido em 14 de fevereiro de 1931, na cidade de Piracicaba, De Sordi começou sua carreira no XV de Piracicaba em 1949. O jogador tinha preferência por jogar na lateral direita, porém também jogou de zagueiro em alguns jogos.
De Sordi atuou pelo alvinegro por 4 anos, deixando o XV no início de 1953, quando se transferiu para o São Paulo Futebol Clube.
Já no São Paulo, De Sordi se tornou grande ídolo da torcida, atuando pelo clube por 536 jogos, em 13 anos. Conquistou pelo Tricolor da Capital 2 títulos paulistas, em 1953 e 1957.

O GRANDE MOMENTO
Mesmo com os títulos paulistas, o grande momento para De Sordi ainda estava por vim: em 1958 a convocação para a Copa do Mundo da Suécia, para buscar o primeiro título mundial do Brasil, o mesmo que deixamos escapar na final de 1950, com o Maracanã lotado, e também em 1954, com a derrota para a seleção da Hungria.
De Sordi foi titular daquela seleção por todo campeonato, ficando de fora apenas da final, sendo substituído por Djalma Santos. Existem divergências quanto ao motivo da não presença do jogador na final: a versão oficial é de que o atleta sofreu uma lesão no joelho, não conseguindo se recuperar a tempo para a final, não arriscando jogar para não prejudicar a seleção nacional; outros dizem que a lesão foi apenas um pretexto, e na verdade De Sordi teria sentido o peso da final. A segunda versão é desmentida veemente pelo lateral:
“Quem me conhecia, sabia que eu não era assim. Nunca tremi, estava acostumado a jogar finais de campeonato. Fiquei com a consciência tranqüila”, justifica De Sordi”.
Na seleção foram 25 jogos, com 17 vitórias, 7 empates e apenas 1 derrota, no amistoso contra a Itália.

Foto: De Sordi na copa de 1958, primeiro título munidla do Brasil

Foto: De Sordi recebendo homenagem do presidente Lula, no ano de 2008, em comemoração aos 50 anos de primeiro título mundial do Brasil;

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Personagem do mês 11/09 I - Chicão


Neste mês em que o Esporte Clube XV de Novembro completa 96 anos, o blog faz sua homenagem ao alvinegro, lembrando de 2 grandes personagens da história da equipe, e não de apenas um como é de praxe.

O primeiro "Personagem do Mês" foi escolhido pelo amigo Anderson Jesuino, do blog "A Maior do Inteior", que selecionou um dos maiores jogadores que já passaram pelo alvinegro: CHICÃO! O texto é de autoria do próprio Anderson.

"A presença de grandes personagens do futebol como o Dr. Marco Aurélio Cunha , um dos mais conhecidos diretores do São Paulo Futebol Clube , jogadores das mais variadas épocas, imprensa de todo o Brasil e representantes dos mais variados segmentos, no dia de seu velório na Camara Municipal de Piracicaba, davam um pouco da noção de como Francisco Jesuino Avanzi , o Chicão, era admirado.

Conhecido como “o deus da raça” , admirado até mesmo pelos argentinos, Chicão foi um dos maiores jogadores que já vestiram a camisa do E.C XV de Novembro de Piracicaba.

Nascido em 30 de janeiro de 1949, Chicão era um cidadão genuinamente piracicabano. Volante por posição, destacava-se por sua força e disposição. Seu primeiro time foi o alvinegro de Piracicaba. Atuou pelas categorias de base e se profissionalizou nas mão de outra lenda, Cilinho, técnico(na época) do time principal do XV.

Atuou também, no União Agricola Barbarense, São Bento, Ponte Preta, Botafogo de Ribeirão Preto, Corinthians Presidente Prudente, Mogi-Mirim. Mas foi no São Paulo e Atlético Mineiro que obteve maior destaque.

São Paulo, um capítulo á parte;

No ano seguinte ao de sua chegada ao São Paulo, Chicão disputou a Libertadores da América, conseguindo o vice-campeonato. A derrota na final por 1 a 0 para o Independiente, da Argentina, chegou a ser classificada pelo próprio volante como a "maior decepção" de sua vida. Mesmo assim, seu estilo de jogo de sempre buscar a vitória e mostrar muita disposição fazia dele um ídolo para os são-paulinos. Em 1976, por exemplo, antes de um jogo entre São Paulo e Palmeiras, foi advertido com um cartão amarelo antes mesmo de a partida começar. "Eu cheguei próximo do José de Assis de Aragão e disse a ele: vê se apita direito essa porcaria. O Aragão não teve dúvida e me deu o amarelo antes do começo do jogo", conta o ex-volante.
Foi campeão paulista em 1975 e um dos heróis da conquista do Brasileirão de 1977 pelo tricolor e no ano seguinte foi convocado pela primeira vez para a seleção brasileira.
Chicão morreu no dia 8 de outubro de 2008, aos 59 anos, vítima de câncer de esôfago. O presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, decretou luto oficial no São Paulo, cujo elenco entrou em campo no dia seguinte, contra o Náutico, pelo Campeonato Brasileiro, com tarjas pretas nos braços.Em 9 de dezembro o São Paulo inaugurou sua terceira loja oficial, cuja temática da decoração foi dedicada a Chicão. "

Foto: Chicão, Brasil X Argentina - Copa de 1978


Foto: Chicão em jogo do São Paulo F.C.

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